• Maior serenidade, expansão da consciência, espiritualidade

Felipe:

(...) Numa noite do início de 2008, alguns meses depois de eu ter começado a treinar Tai Chi Pai Lin e praticar meditação taoísta, depois de meditar antes de dormir, como me acostumei a fazer, ao deitar-me, senti uma presença no meu quarto. Ao levantar a cabeça vi a imagem do mestre Liu Pai Lin (...)

Magali:

A prática do Tai Chi ajudou-me em várias ocasiões a manter o meu equilíbrio emocional, seja fazendo a Postura de Abraçar a Árvore ou Sentando na Calma.

Fernando:

(...) A prática do Tai Chi Pai Lin transborda para o cotidiano. É impossível continuar vivendo como vivia antes. A essência dos movimentos do Tai Chi começa a conduzir o caminhar, a respiração, o andar de bicicleta, o dançar, o surfar...
Márcio:
Nas minhas meditações, essa busca do vazio era o essencial para mim. Mas pouco conforto eu obtinha. (...) Agora eu consigo estar vazio quase que o tempo todo, desde que o queira. Um achado, (...)
  Yashoda:
(...) tem sido uma expansão tremenda do meu campo de percepções. (...) Eu finalmente começo a habitar meu corpo... Estou descobrindo o universo dentro do meu corpo...
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Faz anos que sofro de um tipo de tontura diagnosticada como labirintopatia por stress com fundo emocional. Depois de vários especialistas e inúmeros exames, resolvi tentar as terapias alternativas. Já tinha ouvido falar de pessoas com problemas sérios de saúde que a medicina ocidental tinha dificuldade em tratar, e que tinham obtidos resultados satisfatórios com as terapias energéticas orientais. Enviei um e-mail ao Antonio descrevendo minha situação e perguntando se poderia me ajudar; fiquei intrigado com a segurança da sua resposta: sim poderia. Marquei minha primeira aula, e logo senti os efeitos de maneira muito perceptível.

Aprendi que a saúde de uma pessoa depende do livre fluxo da energia (chi) pelo corpo. Tensões musculares crônicas e bloqueios emocionais bloqueiam os canais por onde ela deveria fluir livremente, causando distúrbios; o meu problema estava ligado a um bloqueio muito profundo na região da nuca. O Tai Chi me ensinou a relaxar: a consciência dos bloqueios no meu corpo foi aumentando conforme a prática, assim como a flexibilidade. Aos poucos pude levar os muitos ganhos da prática para vários aspectos do meu dia a dia, desde ganhar mais foco no profissional até aprender a lidar com a ansiedade e a irritação no pessoal.

Não posso dizer que o meu problema esteja totalmente curado (ainda). Mas sim encontrei muito mais do que a cura. Encontrei, em primeiro lugar, uma pessoa que respeito e confio, o Antonio, tanto pelo conhecimento, como pelo compromisso de transmitir, da maneira mais fiel possível, os ensinamentos do Mestre Pai Lin. Ele realmente vive o Tai Chi, e acredita que este conhecimento, praticado de maneira adequada, pode ajudar as pessoas a viverem mais serenamente e com mais saúde, o que é comprovado pelos resultados que as pessoas tiveram. Em segundo lugar, encontrei uma filosofia de vida, um caminho composto pelo Tai Chi, pela meditação taoísta, pelos fundamentos da medicina tradicional chinesa, pelo Tui Ná, e também pelo I Ching, que me ajudam a ficar mais sereno para enfrentar não só esse problema de tontura mas os outros que possam aparecer.

Consulta com o Mestre Liu Pai Lin

Numa noite do início de 2008, alguns meses depois de eu ter começado a treinar Tai Chi Pai Lin e praticar meditação taoísta, depois de meditar antes de dormir, como me acostumei a fazer, ao deitar-me, senti uma presença no meu quarto. Ao levantar a cabeça vi a imagem do mestre Liu Pai Lin me pedindo para abrir a boca. Meio confuso entre acreditar ou não naquilo que eu estava vendo, abri a boca o mais que pude. Ele se aproximou e olhou como se estivesse examinando alguma coisa na língua. Depois pediu para pegar no meu pulso e eu senti como se estivesse sentindo as pulsações. Pediu ainda para que eu abrisse bem os olhos e olhou atentamente para os dois. A última coisa que me lembro antes de adormecer foi ter sentido sua mão repousar sobre a minha barriga, na região do umbigo.

No dia seguinte acordei com uma tontura muito forte como há tempos não sentia. Cheguei ao trabalho decidido a procurar informações sobre a cirurgia que é feita para as pessoas que sofrem de labirintite. Ao entrar na Internet, a primeira página que apareceu foi a de um dentista que fazia um tratamento para tonturas crônicas por meio de uma reparação na posição da ATM, a articulação temporo-mandibular. Fiquei muito interessado: segundo ele, um posicionamento específico da mandíbula provoca um estado permanente de tensão em toda a ATM, resultando nas tonturas que sinto freqüentemente. Depois de iniciar o tratamento, comecei a sentir melhora nos sintomas. Ainda não está totalmente resolvido, mas posso sentir os músculos relaxando na região do encaixe entre a mandíbula e o crânio, assim como na região interna dos ouvidos.

Conversando com o Antonio sobre o acontecido, fiquei surpreso ao ouvi-lo dizer que aqueles eram exatamente os procedimentos utilizados pelo Mestre Liu Pai Lin nas suas consultas, portanto eu realmente tinha tido uma consulta com ele naquela noite. Falou também que o fato de eu encontrar um tratamento especializado para o problema que estava me afligindo, justamente na manhã seguinte, era uma evidência de que o Mestre estava me ajudando

Felipe, estudante de psicologia, aos 32 anos, em agosto de 2009


(...) A prática do Tai Chi Pai Lin transborda para o cotidiano. É impossível continuar vivendo como vivia antes. A essência dos movimentos do Tai Chi começa a conduzir o caminhar, a respiração, o andar de bicicleta, o dançar, o surfar...

Das coisas que mais admiro no Tai Chi é a observação e o respeito às leis da natureza e como elas atuam em nosso corpo; como temos dentro de nós mesmos um Sol, uma Lua e estrelas; como podemos tornar-nos um pequeno universo, ou uma árvore; como os movimentos são naturais e, às vezes, espontâneos. Lembro, na minha primeira aula, a explicação dos movimentos dos tendões, que são a madeira do corpo, e a madeira, na primavera, quer crescer.

 Outra coisa é o vazio. Esse procurar nos esvaziar das preocupações, para a serenidade nos preencher. Procurar esvaziar o que conhecemos do mundo, para reaprender. Expelir energia velha, para recolher energia nova. Tornar-se oco como uma flauta, para o sopro do céu e da terra nos preencher e tocar. Esse movimento cíclico de renovação, como a própria respiração. É dando que se recebe. Li num livro de Trigueirinho outro dia: "A cura nasce do silêncio. Quando nos esvaziamos e nos voltamos ao Alto, a cura nos preenche".

A sutileza dos princípios e dos movimentos é outra coisa maravilhosa. Como o deslizar da mão sobre o corpo pode ser tão mais profundo e relaxante que uma massagem que utilize força. Ou como a simples intenção pode mover as energias pelo corpo, desbloqueando tensões, harmonizando o equilíbrio natural. Esse mundo sutil, onde percebemos outras energias (como o calor, a eletricidade, o formigamento, o magnetismo e outras que não tem nome) atuando em nosso corpo e no mundo. (...)

Fernando Mendonca Meyer, estudante, aos 22 anos, em dezembro de 2007


R
esolvi experimentar fazer Tai Chi Chuan há 6 anos, pois sempre fui muito ansiosa.

A prática do Tai Chi ajudou-me em várias ocasiões a manter o meu equilíbrio emocional, seja fazendo a Postura de Abraçar a Árvore ou Sentando na Calma. Ajudou-me também na parte física, quando tive uma crise de hérnia de disco há quatro anos. Tive que parar a ginástica e o ortopedista só me liberou para praticar o Tai Chi. Seguindo a orientação do médico e fazendo o exercício do Alongamento dos Tendões fui melhorando e hoje estou bem.

Ainda tenho minhas crises de ansiedade, mas estou melhor, aprendi a lidar com essa situação e acho que posso melhorar mais.

Magali Dalan, mãe de família, aos 62 anos, em outubro de 2002
 




Caro Antonio,

Amanhã é o Dia do Professor. Quero cumprimentá-lo pela data especial. Também pelo professor especial que você é. Cuja paciência não tem limites. E que alimenta nossas esperanças numa possibilidade de auto-transformação. Esta mudança é muito importante para mim. Eu a venho perseguindo há anos. Ela integra meu curriculum.

Transformar-me através do Tai Chi Chuan, esta milenar e revolucionária arte de nos conscientizarmos de nós mesmos, de uma maneira interna, foi para mim uma grande descoberta. Várias vezes na vida eu recebi o chamado, vindo acho que do alto, para que experimentasse esta técnica. Mas, um bloqueio criado em minha mente, devido a outras circunstâncias, me impediu de contactá-la.

Mas milagres acontecem, eis que este ano eu criei coragem, venci "a lavagem cerebral" e comecei a me conquistar. Primeiro, o prazer enorme de ficar vazio. Totalmente vazio. Nas minhas meditações, essa busca do vazio era o essencial para mim. Mas pouco conforto eu obtinha. Pouco progresso. Às vezes, nada. Uma frustração sempre. Mas, quando fiz a Postura do Abraço da Árvore, algo aconteceu dentro de mim. Eu estava vazio, pleno de nada, do nada que preenche tudo. Esta foi a minha maior felicidade interior. Agora eu consigo estar vazio quase que o tempo todo, desde que o queira. Um achado, um eureka, o encontro da ilha do tesouro!

Marcio Sgreccia, pesquisador do Museu do Theatro Municipal, aos 57 anos, em outubro de 2002






O  treinamento de Tai Chi que pratiquei com Antonio por pouco mais de um ano teve repercussões incríveis e fantásticas na minha vida – tem sido uma expansão tremenda do meu campo de percepções.

Tornar-me consciente da presença da Energia movendo-se dentro do meu corpo, sentir os diferentes centros produzindo esta energia, e ser capaz de fazê-la mover-se conscientemente tem sido uma aventura! Sinto a Energia como um grande elástico de borracha transparente seguindo a estrutura dos movimentos que estamos fazendo, expandindo-se e contraindo-se suavemente em torno do corpo, com o ritmo dos movimentos. Às vezes é um fluxo contínuo de luz dourada movendo-se delicadamente de um centro para o outro (dentro do corpo). Ao sair da primeira aula, minha experiência foi a de caminhar como que envolta por um halo de energia branca em forma de um grande ovo! Eu estava me sentindo muito leve, era muito agradável e encorajador!...

Toda a minha vida (tenho 47 anos de idade) vivi com a forte sensação de que meu corpo estava cortado em dois pedaços; a cintura era a demarcação. Em cima era leveza e fogo, em baixo era peso e água...

Eu tentei algumas vezes falar sobre isso com meus amigos, médicos ou terapeutas, mas nunca recebi um feedback satisfatório! Assim, pensei que teria que viver toda minha vida com o que eu pensava que fosse um tipo de "doença física-psico-neurótica crônica e desconhecida"!

A primeira vez que ouvi Antonio falar sobre a existência de um centro yang na cabeça, e um centro yin no baixo ventre, e a possibilidade de uni-los no Abraço do Tai Chi, deleite e alívio surgiram das profundezas do meu ser! Eu sabia que isso era a Verdade, e sabia que poderia acontecer comigo...

E, está acontecendo!...

Suponho que eu tenha estado praticando essas "técnicas" ou outras semelhantes em outras vidas, porque elas vêem a mim muito facilmente, e freqüentemente com experiências muito fortes, em especial quando nós as fazemos pela primeira vez – quando a mente não pode interferir tanto, ainda não sabendo o que vai acontecer...

Por exemplo:

Uma vez havia um arco-íris na minha barriga, arqueando-se da esquerda para a direita e tendo seu ponto mais alto bem embaixo do umbigo... a gama completa das cores, num céu azul claro (quando fazíamos a pulsação interior [a Respiração da Raiz] ).

A [energia captada através da prática da] Rede Celeste caiu sobre mim espontaneamente, como uma energia muito suave, azul clara, sedosa, acariciando e envolvendo suavemente todo o meu corpo, na sua própria velocidade lenta, enquanto minha mente ainda estava parada "no topo da minha cabeça", se perguntando como poderia fazer aquilo acontecer...

E há este maravilhoso visitante... A primeira vez que Antonio explicou as Cinco a Uma contrações do tendão central [as Cinco Contrações e Um Relaxamento], no baixo ventre, eu as fiz enquanto ele estava falando. Eu estava muito relaxada, sentada com as pernas cruzadas, com os olhos fechados... Na minha frente apareceu um ancião chinês, usando um tipo de quimono negro, e em pé sobre um oceano negro em cuja superfície estavam pequenas ondas douradas... Eu fiquei fascinada! Foi muito lindo, calmo e pacífico...

Então fizemos o exercício juntos, e... ele estava lá de novo! Sentado numa nuvem flutuando no céu! Bem em frente aos meus olhos!... Eu fiquei fascinada de novo! E maravilhada!!!... Ele era extremamente tranqüilizador e benevolente...

Daí em diante eu pude sentir sua presença muito freqüentemente, mesmo que de uma forma mais sutil, como uma silhueta... sentado ou em pé perto de mim...

O Tigre e o Dragão Se Revolvem na Câmara Amarela [circulação da energia na região do umbigo] foi difícil... Porque, eu suponho, atingia a essência da minha experiência de estar cortada ao meio.

No começo não tinha jeito de manter ou sentir a energia nesse ponto; ela invadia minha barriga inteira ou pulava para o centro da minha cabeça. Eu continuei tentando e voltando a tentar sem muito sucesso...

Antonio continuava dizendo que era muito bom para mim, por isso eu continuei...

Num certo ponto, durante algumas semanas, tive muitos gases: eu estava fazendo alguma coisa errada, e por isso tinha produzido fogo falso.

Finalmente, pouco a pouco o tamanho do lugar onde o revolver deveria acontecer ficou menor e menor; quando ficou como um punho, o sentimento de centramento se instalou... – Uau!...

Ficou um pouco menor ainda, e uma presença palpável... Agora estou trabalhando no "revolver" (com esperança e paciência!...).

Duas semanas atrás, enquanto o fazia, preto e vermelho brilhante estavam se misturando lenta e harmoniosamente nesse centro, um pouquinho como quando misturamos tinta numa vasilha, fazendo a forma de um 8 com o pincel. Lindo e incrível... e inesperado...

Eu finalmente começo a habitar meu corpo... Estou descobrindo o universo dentro do meu corpo... e viajo dentro dele com fascinação...

Um passo importante foi ser capaz de sentir a energia em diferentes centros ao mesmo tempo: antes eu podia senti-la na cabeça, ou no coração, ou na barriga, ou nas mãos, ou... etc., mas nunca no mesmo instante em diferentes lugares: o sentimento de unidade e harmonia existente nas interações entre os centros é um interminável e extraordinário campo de experiências. E é tão gostoso sentir-se como um todo! Com tanto potencial!...

(Um dia, enquanto eu me regozijava com esta nova descoberta, a face do ancião chinês apareceu de repente, muito próxima do meu rosto, como se olhasse para mim debaixo do meu nariz. Ele era tão familiar, e tão brincalhão, e tão feliz de estar me aprontando essa!... Ele também estava como que satisfeito, e feliz, feliz, feliz! Ele desapareceu no segundo seguinte, mas sua felicidade é muito contagiante, e eu fiquei vibrando!...).

E não são apenas movimentos, cores e formas... É também descobrir como eu sou uma parte do universo e como estou conectada dentro dele...

É também descobrir que o estado de espírito em que me encontro está em relação íntima com o tipo de energia em que estou vivendo, e que eu posso fazer algo a esse respeito!...

Um dia, ao fazer o treinamento [da Circulação] dos Seis Centros, ao invés de um fluxo de luz dourada, havia uma multidão de pequenas partículas movendo-se velozmente ao meu redor, vermelhas e amarelas, e formas angulares e pontiagudas, manifestando evidentemente o estado de agitação em que eu estava. Era realmente o momento de fazer alguma coisa com isso!...

Na primeira vez que fizemos [o treinamento de energia chamado] A Gota de Orvalho Celestial Lava a Medula eu estava num estado de espessa mágoa e tristeza... Mas decidi dar todo o meu foco a essa prática, e foi uma experiência linda, acontecendo por si só... descendo pela espinha... líquido branco aveludado... uma vibração incrível na base da coluna... e um longo fluxo ascendente de cor bege... E, quando terminou, percebi que estava num estado de espírito completamente diferente: calma, feliz, e tranqüila!!! A tristeza e a mágoa tinham sido lavadas... Incrível poder...

A quem devo agradecer?

E a quem devo agradecer por saber que eu posso fazê-lo novamente, e por saber que terá o mesmo ou outro diferente efeito poderoso, de novo e de novo?

Na verdade, durante os últimos dois meses eu consegui vislumbrar a infinita capacidade de criatividade da Energia... Nunca duas vezes a mesma coisa!!... E sempre mais por vir...

Para fechar esta parte, tentarei por em palavras a experiência mais forte que tive durante este ano: "Estar fora do espaço e do tempo"...

Aconteceu recentemente, quando estávamos indo para diante e para trás, ligando [o centro da energia yang da cabeça] o Lin Tai e o centro Yin [o Shin Chao] acima do cerebelo...

De repente tudo para!... Ambos os centros estavam iluminados: o da frente num suave amarelo dourado brilhante, e o de trás num suave branco prateado brilhante. Ambos eram como um ponto com uma grande aura.

Eu via os dois como infinitamente microscópicos e os dois como um universo; não tinha jeito de decidir se eram enormes ou pequenininhos! Microcosmo e macrocosmo não tinham mais existência ou significado: havia apenas uma manifestação e o conceito/realidade do espaço tinha se dissolvido, o espaço já não estava mais existindo...

Eu me encontrei num estado que absolutamente nunca tinha percebido antes... Onde eu estava, não havia espaço!... Onde "aquilo" era, não havia espaço nenhum...

Como se não fosse suficiente, o ancião chinês apareceu na altura dos meus olhos, um pouco para o lado direito... Ele caminhava alegremente, deliciado, com grande agilidade para um homem tão velho, num caminho desenhado/feito de duas linhas negras, ligeiramente curvas e paralelas. Ele continuava andando e andando, mas de alguma maneira parece que ele estava ficando no mesmo lugar; ele não estava avançando... Tudo, exceto ele e as duas linhas, era espaço branco... E ele estava caminhando e caminhando... E eu experimentei que o tempo não estava existindo mais: aquela cena poderia continuar para sempre... E "eu" também estava na cena, observando, e fora do tempo... e ainda sabendo que o espaço também não estava existindo mais... da experiência anterior...

E, o que eu chamo "eu" estava se sentindo bem e à vontade nesse estado... Percepção desconhecida e absolutamente nova... Que tipo de mundo era aquele?

Levei um certo tempo para voltar... e aterrizar de novo... De algum modo tinha sido uma expansão tremenda, e era como se o meu corpo mal pudesse suportá-la... Mas eu me lembro... e eu sei que está lá... e a presença do ancião era realmente tranqüilizadora... e como que uma conexão entre a forma humana e "a outra", a expandida...

E estamos trilhando o caminho... isso com certeza!

Antonio, tenho que parar por hoje! Logo vem mais! Sobre: saúde, Conexão com a Natureza, Reflexões Várias (!), e... Contentamento e Serenidade...

Yashoda [Marie-Nöel] Zenner, [Comunidade Espiritual] Gurudev Siddha Peeth, Ganeshpuri, Índia, aos 47 anos, em julho de 1995