• Mudança de hábitos e mais saúde
Felipe:
(...) Eu tinha o hábito de chegar da faculdade e ficar assistindo TV, navegando na internet e ouvindo música até altas horas da noite. (...)
Léia:
(...) senti uma grande diferença em meu bem-estar. Tinha muitas dores nas costas (…) agora estou bem melhor. (…) aprendi a relaxar as costas e os ombros.
Carmen:
O aprendizado (...) do Tai Chi (...) se tornou a mais preciosa ocupação do meu tempo não livre (conquistei o direito a essas horas fazendo manobras na minha rotina).
Emília:
(...) já não tomo remédio para a pressão, (...). Também já não preciso de remédio para a tireóide, (...) Cheguei tensa, travada, muito agitada, (...) pouco a pouco fui controlando o corpo e a mente, chegando ao equilíbrio e à serenidade.
Inês:
Sempre tive as extremidades muito frias (...). Praticando a Caminhada do Tai Chi, percebi que meus pés e mãos se tornaram bem quentes (...) Outro benefício (...) foi o aumento do hormônio Estradiol (...)
Clara:
Devido à má postura (...), acabei endurecendo muito minha parte posterior do corpo. (...) Fui conquistando em doses homeopáticas a flexibilidade (...) O Tai Chi aumenta a sensibilidade das mãos. Trabalho hoje como massagista, e a energia das minhas mãos é super importante. Sinto a presença dessa energia nos exercícios (...)
Rose:
(...) começaram a diminuir algumas das dores crônicas que eu tenho devido à minha profissão. (...) com apenas 4 meses e meio de prática (...)

Miriam:
(...) irregularidade menstrual. A medicina comum sugeriu reposição hormonal, não aceitei, e comecei então as práticas de circulação de energia (...). No segundo mês já começou a melhorar, e hoje está normal.


Vários foram os bons hábitos que adquiri depois que comecei a praticar, e os resultados obtidos ajudam a levar a sério o treinamento. Evitar comer alimentos sólidos, principalmente de digestão lenta, depois das 19 horas, me ajudou a acordar sem a habitual sensação de queimação no estômago que me impedia de me alimentar pela manhã.

Eu tinha o hábito de chegar da faculdade e ficar assistindo TV, navegando na internet e ouvindo música até altas horas da noite. Toda essa atividade, num horário em que necessitamos de repouso e recolhimento, aumentava minha ansiedade, e eu acordava com a sensação de não ter dormido. No Tai Chi aprendemos a importância da alternância dos ritmos de expansão e recolhimento. Aprender a me recolher e descansar depois de um dia de trabalho e estudo (expansão) foi importante para me sentir mais descansado e equilibrado.

Meditar antes de dormir me ajuda a acalmar a mente e a ter um sono mais tranqüilo.

Um dos ganhos que mais gosto foi o relacionamento que adquiri com o I Ching, que ainda constitui um desafio. Estar aberto para refletir sobre o que ele diz já é um ganho. Gosto de tê-lo como um livro de cabeceira, do tipo que podemos abrir e simplesmente refletir sobre o que quer que queiramos saber.

Sempre fui cético a respeito da terapia floral. Considerando a primeira boa impressão com o Tai Chi, resolvi experimentar. Os resultados também foram sensíveis.

Sinto-me orgulhoso de ser um aprendiz das artes taoístas, me vem um sentimento de retorno à casa. Rezo para manter a perseverança necessária para progredir neste caminho.

Felipe, estudante de psicologia, aos 32 anos, em agosto de 2009




M
eu encontro com o Tai Chi Chuan e com a meditação taoísta foi, por assim dizer, intuitivo. Não conhecia a filosofia taoísta — como ainda não a conheço, estou apenas começando a entendê-la — mas pensei que esse talvez fosse um caminho para a minha busca de um estado de espírito contrário àquele que possivelmente provocara a enfermidade que me acometeu em meados de setembro de 2006.
 
A maioria das pessoas que se vêem de repente diante da possibilidade de deixar de existir relatam mudanças de atitude e de pensamento. Comigo não foi diferente, exceto que a mudança não foi repentina, ela está em pleno progresso.
 
Atéia, cética e cautelosa, nunca busquei respostas para questões existenciais nem tampouco senti o vazio de que se fala quando a procura pelo sentido da vida encontra caminhos pouco promissores. Por outro lado, um sentimento desconhecido, uma vontade, quase uma casualidade me aproximou do taoísmo.
 
O aprendizado da prática do Tai Chi Pai Lin e da meditação taoísta a partir do meu encontro com o professor Antonio Moreira — em quem confiei inexplicável e instantaneamente — se tornou a mais preciosa ocupação do meu tempo não livre (conquistei o direito a essas horas fazendo manobras na minha rotina).
 
Não sei se entendo bem o Tao nem sei se estou desfrutando de todo o benefício possível que se obtém da prática de sua filosofia, mas o bem estar que eu sinto ao fazê-lo é indescritível.
 
Embora sinta que os ideais de simplicidade e serenidade contidos no conceito do vazio são o que eu devo eleger como metas, confesso que, às vezes, penso que não sou capaz de alcançá-los por não ter sensibilidade suficiente ou ser racional demais.
 
Também não sei se posso dizer que me tornei mais espiritual, mas, com certeza, as práticas da meditação e do Tai Chi estão me tornando uma pessoa mais calma, mais tolerante, mais serena e, em conseqüência, mais feliz.

Carmen Takayama, publicitária, aos 49 anos, em novembro 2007



F
aço tai chi há 1 ano e senti uma grande diferença em meu bem-estar. Tinha muitas dores nas costas por causa de uma escoliose, agora estou bem melhor. A prática me proporcionou uma consciência corporal, e aprendi a relaxar as costas e os ombros.
 
Pratico também a meditação taoísta. Para mim o tai chi e a meditação se complementam. Na meditação, fazemos alguns exercícios para abrir os canais de energia, o que ajuda bastante a desligar os pensamentos.
 
Quando não estou bem, me recolho na meditação. Sinto que agora tenho um recurso que não está fora de mim. Ao contrário, as respostas que procuro estão dentro de mim.

Léia Guimarães, editora assistente, aos 40 anos, em dezembro de 2007



C
omecei a fazer Tai Chi Chuan em maio de 2002 e em junho, ou melhor no período de inverno, já percebi alguns benefícios que esta ginástica me trouxe. Sempre tive as extremidades muito frias e durante o inverno, era atacada por rinite, dores de garganta e gripe, devido à friagem do corpo. Praticando a Caminhada do Tai Chi, percebi que meus pés e mãos se tornaram bem quentes, o que me possibilitou um inverno menos sofrido.

Outro benefício bastante evidente e testemunhado por meus médicos foi o aumento do hormônio Estradiol, que em 18 de fevereiro de 2002 era de 130,0 e em 12 de julho de 2002 já tinha subido para 261,0, simplesmente massageando as virilhas, diariamente, após o banho, e praticando também a pulsação do baixo ventre [Respiração da Raiz].

Aprendi com o Tai Chi Chuan a relaxar o corpo e a mente e com isto, acabar com a enorme ansiedade que sentia. Isto me fez emagrecer alguns quilinhos, notados por aqueles que estão ao meu redor.

O professor Antônio Moreira, um excelente orientador, está de parabéns pelo nível das aulas, pelos ensinamentos ministrados, pelo incentivo a cada um de seus alunos e pela grande ajuda.

Inês Durelli, ex-secretária executiva e dona-de-casa, aos 50 anos, em novembro de 2002





Eu sempre soube da importância de atividades físicas para nosso bem-estar físico e mental, porém, nunca apreciei exercícios físicos. Embora os tenha praticado algumas vezes, não me sentindo confortável e não gostando, abandonava-os rapidamente.

Quando surgiu a oportunidade da prática de Tai Chi, próximo ao meu local de trabalho, com horário compatível ao meu, não hesitei, era a oportunidade de experimentar uma atividade que sempre me atraiu. Eu já tinha visto algumas vezes na TV e sempre achei interessante.

Iniciamos esta prática e para surpresa minha começaram a diminuir algumas das dores crônicas que eu tenho devido à minha profissão. Eu tinha dores terríveis nas costas, na região dos rins, nos braços (pois tenho epicondilite), desconforto nas pernas; eu vivia reclamando.

Hoje, embora com apenas 4 meses e meio de prática, reclamo menos, o que já é um grande avanço. As "dores" não sumiram, mas diminuíram; às vezes eu as "esqueço". E o mais importante: à medida que a gente se sente melhor, vai repetindo os exercícios em momentos do dia, em lugares diferentes, ou em situações de stress, pois estou conseguindo relaxar, o que é muito bom. Sinto que estou conseguindo "esvaziar a mente".

Agradeço muito ao professor Antonio pela oportunidade de conhecer a técnica, por suas aulas repletas de ensinamentos, e o admirável respeito pela cultura oriental que possui, que chega a ser palpável. Em determinados momentos pareço ver a figura do Mestre Liu conosco.

Rose Pavanelli, pianista ensaiadora na Escola Municipal de Bailado, aos 47 anos, em outubro de 2002





Praticante do Tai Chi Chuan com o professor Antonio há dois anos, devo dizer que para mim foi muito bom em todos os sentidos. Fisicamente, me deu a oportunidade de conhecer as possibilidades do meu corpo; mentalmente, me trouxe o equilíbrio; e emocionalmente, me fez sentir a serenidade, força, energia e segurança para enfrentar as adversidades da vida.

É gratificante poder avaliar nosso potencial!

Os exercícios são benéficos para a saúde, energizando os órgãos naturalmente desgastados pela idade; os alongamentos ajudam a deixar o corpo mais ágil e forte; enfim, é uma prática salutar.

Noto uma diferença muito grande nos meus desempenhos, dentro dos meus limites.

Minha saúde está muito boa; já não tomo remédio para a pressão, pois o emocional antes sofria abalos, com piques de pressão; isto já não acontece. Também já não preciso de remédio para a tireóide, que era muito lenta.

Mantenho sob controle a digestão, com alguns exercícios; fígado, vesícula e estômago são ativados.

Cheguei tensa, travada, muito agitada, sem dominar a ansiedade; pouco a pouco fui controlando o corpo e a mente, chegando ao equilíbrio e à serenidade. Aprendi muito nestes dois anos, e o que foi melhor, sem muito sacrifício.

Meu muito obrigada ao professor Antonio.

Emília da Costa Pontes, aos 66 anos, em outubro de 1997





O motivo que me levou a praticar o Tai Chi Chuan foi a necessidade de buscar um equilíbrio tanto físico quanto espiritual. Anteriormente já havia treinado, na mesma filosofia do Mestre Pai Lin, e foi muito benéfico. O interessante do Tai Chi é o contato direto com toda irritação e desarmonia que estava em meu interior. Hoje, muitas vezes quando estou agitada por algum motivo, faço a Postura do Abraço da Árvore ou alguma outra prática para reverter meu estado de espírito.

Gostei muito da maneira como o professor Antonio ensina. Devido à má postura por um período muito grande de minha vida, acabei endurecendo muito minha parte posterior do corpo. Com os seus ensinamentos consegui perceber que meu quadro poderia ser corrigido.

A primeira série de exercícios que relembrei foi a das nove dobras [Exercícios para a Flexibilidade das Articulações], que permite sentir a nossa energia circular no corpo, dissolvendo as tensões dos ombros, dos pés, quadris, pescoço, etc.

Outra prática interessante foi a dos 8 tendões [Oito Formas de Alongamento para os Tendões], que permite nos sentirmos vivos. Quando comecei, era inviável treinar, pois nem conseguia sentar na posição necessária. Tremia mais que vara verde. Depois a consciência dos movimentos vai permitindo esse primeiro passo. Quando me curvava para a frente, minhas mãos mal chegavam um palmo abaixo dos joelhos.

Honestamente, ficava com inveja das pessoas que conseguiam colocar as mãos nos pés. Fui conquistando em doses homeopáticas a flexibilidade de minhas pernas e tendões. Hoje já consigo sentar sem tremer, quando faço mais vezes consigo alcançar os pés, e principalmente tomar consciência de meu corpo. Só não consigo mais porque precisaria praticar bem mais.

O Tai Chi aumenta a sensibilidade das mãos. Trabalho hoje como massagista, e a energia das minhas mãos é super importante. Sinto a presença dessa energia nos exercícios que trabalham o baço, na captação da energia na Postura da Raposa (que por sugestão do professor Antonio e por minha disponibilidade pratico no parque da Água Branca), e outros. O Movimento da Tartaruga é ótimo quando temos uma certa tensão no pescoço, sinto desbloquear a energia parada; para quem está com principio de torcicolo também é bom treinar.

Outra prática interessante é a automassagem. Hoje tenho 48 anos e não preciso de óculos para ler. Aprendi [a série de exercícios de automassagem na cabeça] com a professora Melanie, e novos movimentos com o Prof. Antonio. Hoje, exercito também nos meus pacientes. Quando pressiono o ponto da Bexiga (81 vezes) no canto dos olhos, percebo a energia presente ou não no meu paciente; na minha pessoa visualizo umas figuras douradas quando pressiono esse ponto. Com a automassagem no tronco, consegui regular o funcionamento do meu intestino.

A Respiração da Raiz também sinto muito importante. Às vezes, quando estou muito agitada, é muito difícil praticar. Na aula às vezes dava vontade de ir embora. Com o Prof. Antonio explicando a sua importância comecei a me esforçar mais. Hoje quando treino e estou agitada, começo a bocejar e no final consigo a paz interior. Essa prática também tento fazer com um paciente de massagem, quero ensinar as pessoas a se encontrarem.

O Movimento do Grou me faz sentir integrada com a vida, gosto muito de fazer. Quando pratico no parque sinto um bem estar muito grande.

Clara Maria de Carvalho Lescura, massoterapeuta, aos 48 anos, em setembro de 1997






Comecei a praticar o Tai Chi Chuan há um ano e meio, e desde o primeiro mês já notei a diferença: muitas dores nas pernas e varizes pela má circulação do sangue, que há muito tempo sofria, praticamente desapareceram.

Aos 35 anos comecei a ter problemas de irregularidade menstrual. A medicina comum sugeriu reposição hormonal, não aceitei, e comecei então as práticas de circulação de energia que se aprende dentro das técnicas do Tai Chi. No segundo mês já começou a melhorar, e hoje está normal.

Miriam de Moraes Silva, aos 37 anos, em 1997